Sintomas devocionais doces

Sintomas doces
Sintomas doces

Relação de alguns sintomas e sentimentos devocionais doces estimulados por meditações na via da doçura.

Temor: Como quando Simeão, após falas bonitas e agradáveis, disse-lhes: “uma espada transpassará sua alma”.

Ansiedade: Quando Jesus perdeu-se no templo de Jerusalém, Maria e José percorreram apressadamente vários trechos da cidade a procura do menino.

Sensibilidade: Nas Bodas de Caná, quando Jesus disse “não é chegada a hora”, Maria entendeu sem maior explicação. Ela sabia qual era “aquela hora” ou “hora de quê”. Ela sabia do que o filho dizia.

Generosidade: Depois de saber que sua prima Isabel, mesmo em idade avançada, também esperava um filho, Maria percorreu mais de cento e vinte quilômetros até as montanhas de Judá só para auxiliar a prima.

Proteção: A proteção materna pode ser vista em histórias como a do padre Engelgrave. A história diz que havia um devoto de N.S.das Dores que vira e mexe se entregava ao desespero por conta de escrúpulos. Na hora de sua morte os demônios o perseguiram mais que nunca. Mas a piedosa Mãe, vendo seu filho angustiado, apareceu e disse: “Filho meu, por que te entristeces? tu que tantas vezes me consolaste, compadecendo de minhas dores. Ânimo! Enche-te de alegria e vem comigo para o céu”. O devoto então encheu-se de consolação e confiança e expirou placidamente.

Cumplicidade: Todos os dias na hora terça, as casas eram tomadas pelo som da moagem de grãos. Duas pessoas eram necessárias. Jesus era jovenzinho e sua função era derramar os grãos enquanto Maria manejava o cabo de fricção. De vez em quando Maria cantarolava, noutras sorria com ternura pra Jesus.

Paciência: Maria aceitou tudo o que a realidade lhe impunha, incluindo sua caminhada ao Egito para fugir dos perigos que lhes rondavam. E nas bodas de Caná, os santos dizem: Maria poderia ter se irritado com Jesus por lhe negar o pedido, mas silenciou em paz até o filho aceitar seu pleito.

Humildade: A humildade de Maria é tamanha que mesmo sendo a escolhida de Deus, Nova Eva, a mãe do Salvador, ainda assim se colocou atrás do marido, como quando Jesus se perdeu e foi encontrado. Maria disse: “seu pai e eu estávamos te procurando”. Esse é o argumento de Santo Agostinho.

Alegria: Isabel foi a primeira a reconhecer Maria como mãe de Deus. Ao ver a prima, em êxtase e cheia do Espírito Santo, disse: “Que grande honra para mim receber a visita da mãe do meu senhor!

Doçura: Nas visões de Santa Teresinha “mulheres da região iam até Maria pedir para levar Jesus pra brincar com seus filhos”. E qual olhar doce e sorriso leve deve ter dado Maria ao permitir? E quanta alegria deve ter sentido Jesus. Do que brincariam? Bonecos? Bola?

Meiguice: Como diz Santo Anselmo: “Quem se separa de Maria e de quem Ela tirar seu meigo olhar, estará perdido; mas para quem Maria volver seus olhos, é impossível que pereça”.

Tolerância: Desde a anunciação, Maria foi atacada. Celso, filósofo de Alexandria do séc.II, foi um dos que a destratou, ofendeu, chamou de adúltera e inventou inverdades. Dois milênios se passaram e a mulher que se sacrificou para trazer o salvador continua sendo atacada diariamente.

Dor: São Bernardino de Sena diz: “Se a dor de Maria fosse dividida entre todos os homens, bastaria pra fazê-los morrer todos, repentinamente”

Fidelidade: Padre Inácio Valle diz como Maria se comportou diante do Calvário do filho: “Embora meu coração seja trespassado pela espada, subirei contigo ao Calvário, estarei ao seu lado, eu, tua mãe”.

Saudade: São Afonso de Ligório diz que Maria, após a morte do filho, “Visitava amiudadas vezes ora a manjedoura de Belém, ora a casa em Nazaré, ora o horto de Getsêmani, onde iniciou a Paixão; ora o pretório de Pilatos onde foi flagelado. Mas com mais frequência visitava o Calvário e o santo sepulcro, e desta forma andava aliviando a pena do seu duro exílio”.

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