Histórias do Santo Terço

“A primeira das histórias fala de um jovem religioso que costumava rezar o santo terço todos os dias antes das refeições. Mas, um dia, por um imprevisto, deixou de fazê-lo. Tocou o sino do jantar e o rapaz, angustiado, pediu ao superior a permissão para recitá-lo antes de sentar-se. Foi ao seu quarto, pegou o rosário e começou a recitação, mas, em razão da demora, um amigo foi chamá-lo. Diz esse amigo que ao chegar, encontrou no quarto o amigo envolto em luz celeste e a Santíssima Virgem com dois anjos junto dele. À medida que ele dizia uma Ave-Maria, uma bela rosa saía de sua boca; os anjos as tomavam e as colocavam sobre a cabeça da Virgem que sorria ternamente em satisfação. Dois outros irmãos também presenciaram o mistério e Maria não saiu de lá enquanto o garoto não terminou a recitação do rosário. Os garotos desceram assustados e contaram tudo ao superior.” – História retirada do livro “O Admirável segredo do Santíssimo Rosário, de Montfort


“Francesco Bamonte, o famoso exorcista, nos conta que, uma vez, durante a sessão, dependurou o santo terço no pescoço de uma pessoa possessa. Então, ela, possuída pelo demônio, gritou tentando parar-lhe: “tira essas rosas: elas fedem! fedem! fedem! essas rosas fedem!”. Instintivamente o padre perguntou: “onde estão as rosas?” E o demônio: “Puseste-as em cima dela (referia-se à pessoa possessa). Depois do exorcismo, essa pessoa disse-me que se recordava apenas de que, em certo momento, tinha sentido envolvida por uma coroa de rosas” – História retirada do livro “A Virgem Maria e o Diabo nos exorcismos, de Francesco Bamonte.


“Desde uma das aparições de Nossa Senhora em Fátima, Francisco tomou o costume de se afastar das pessoas, sempre andando contemplativo e silencioso; e se lhe chamava e perguntava que andava a fazer, levantava o braço e mostrava o santo terço. Se lhe diziam que viesse brincar e depois rezar, respondia: – Depois também rezo. Não lembras de que Nossa Senhora pediu?” – Relato retirado das memórias de Irmã Lúcia


“Era 07 de outubro, dia da memória litúrgica da Senhora do Rosário. Tirei (Padre Francesco, exorcista falando) do bolso o Terço e ele (a pessoa possuída) disse imediatamente: “essas contazinhas fazem-me mal, bastardas! e também bastardos os que as fazem!”. Ordenei-lhe: “por que te aborrecem tanto aquelas contazinhas?” E ele: “Porque me dais muitos murros. Acabai com isso! Já não é o suficiente?”. Então coloquei o terço em cima daquela pessoa e o demônio berrou: “É pesado, esmaga-me, tira-o! esmaga-me! Estás a esmagar-me! Saem-me as tripas!, não vês?” No fim diz o padre: O que estas reações demoníacas significam para a nossa vida diária? E ele mesmo responde: Que o Rosário, bem rezado, “pesa” no demônio de tal modo, porque o Senhor, precisamente através do Rosário, faz-nos crescer na fé em Deus e protege-nos das insídias do inimigo” – Relato do Padre Franceso, o exorcista, no livro “A Virgem Maria e o Diabo nos exorcismos 

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